Lição 09 - Suportando a tribulação
Jovens e Adultos 3° Trimestre de 2003
31 de agosto de 2003
TEXTO ÁUREO
"Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?" (Rm 8.35).
VERDADE PRÁTICA
A tribulação é um treinamento através do qual Deus aperfeiçoou o caráter do crente, fortalecendo sua fé.
LEITURA DIÁRIA
Segunda - Jó 15.24 Assombrado pela tribulação
Terça - Sl 107.28 Clamando na tribulação
Quarta - Is 33.2 Salvação na tribulação
Quinta - Mc 4.17 Escandalizados na tribulação
Sexta - Rm 12.12 Pacientes na tribulação
Sábado - 2 Co 1.4 Consolo na tribulação
HINOS SUGERIDOS Harpa Cristã 84.384.459
LETURA BÍBLICA EM CLASSE
ROMANOS 5.1-5; 8.35,37-39
Romanos 5
1 - Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo:
2 - pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes; e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.
3- E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações, sabendo que a tribulação produz a paciência;
4- e a paciência, a experiência; e a experiência, a esperança.
5- E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nosso coração pelo Espírito Santo que nos foi dado.
Romanos 8
35 - Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?
37 - Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou.
38 - Porque estou certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principais, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir,
39 - nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor!
PONTO DE CONTATO
Paciência e experiência combinadas resultam em fé. Utilize esta ideia como base para iniciar a aula hoje. Busque na Bíblia, com a ajuda de sua turma, referências que destaquem a fé como elemento de contato com Deus. Ex.: “O justo viverá da fé”, “Sem fé é impossível agradar a Deus” etc.
OBJETIVOS
Após esta aula, seu aluno deverá estar apto a:
Identificar os direitos inerentes aos salvos.
Citar as três lições extraídas da tribulação.
Definir paciência, experiência e esperança.
SÍNTESE TEXTUAL
Leia atentamente Romanos 5.3-5, e observe a relação de subordinação entre as palavras paciência, experiência e esperança. Esse encadeamento foi o modo escolhido por Paulo, o apóstolo, para nos mostrar a fórmula do aperfeiçoamento cristão. O exercício da paciência desenvolve no crente habilidades espirituais que lhe tornam capaz de superar todos os obstáculos, em qualquer circunstância, em consequência da fé que brota em seu coração. O perfeito relacionamento do homem com Deus está fundamentado na fé.
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
Na revista do trimestre anterior, vimos uma figura de estilo denominada polissíndeto. Ela está presente também no Novo Testamento. Sua característica é a repetição sucessiva de conjunções coordenadas; sua presença indica a ocorrência simultânea dos fatos. Uma precipitação de acontecimentos (Romanos 8,35, 38 e 39). Procure outros exemplos.
Segunda - Jó 15.24 Assombrado pela tribulação
Terça - Sl 107.28 Clamando na tribulação
Quarta - Is 33.2 Salvação na tribulação
Quinta - Mc 4.17 Escandalizados na tribulação
Sexta - Rm 12.12 Pacientes na tribulação
Sábado - 2 Co 1.4 Consolo na tribulação
HINOS SUGERIDOS Harpa Cristã 84.384.459
LETURA BÍBLICA EM CLASSE
ROMANOS 5.1-5; 8.35,37-39
Romanos 5
1 - Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo:
2 - pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes; e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.
3- E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações, sabendo que a tribulação produz a paciência;
4- e a paciência, a experiência; e a experiência, a esperança.
5- E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nosso coração pelo Espírito Santo que nos foi dado.
Romanos 8
35 - Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?
37 - Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou.
38 - Porque estou certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principais, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir,
39 - nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor!
PONTO DE CONTATO
Paciência e experiência combinadas resultam em fé. Utilize esta ideia como base para iniciar a aula hoje. Busque na Bíblia, com a ajuda de sua turma, referências que destaquem a fé como elemento de contato com Deus. Ex.: “O justo viverá da fé”, “Sem fé é impossível agradar a Deus” etc.
OBJETIVOS
Após esta aula, seu aluno deverá estar apto a:
Identificar os direitos inerentes aos salvos.
Citar as três lições extraídas da tribulação.
Definir paciência, experiência e esperança.
SÍNTESE TEXTUAL
Leia atentamente Romanos 5.3-5, e observe a relação de subordinação entre as palavras paciência, experiência e esperança. Esse encadeamento foi o modo escolhido por Paulo, o apóstolo, para nos mostrar a fórmula do aperfeiçoamento cristão. O exercício da paciência desenvolve no crente habilidades espirituais que lhe tornam capaz de superar todos os obstáculos, em qualquer circunstância, em consequência da fé que brota em seu coração. O perfeito relacionamento do homem com Deus está fundamentado na fé.
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
Na revista do trimestre anterior, vimos uma figura de estilo denominada polissíndeto. Ela está presente também no Novo Testamento. Sua característica é a repetição sucessiva de conjunções coordenadas; sua presença indica a ocorrência simultânea dos fatos. Uma precipitação de acontecimentos (Romanos 8,35, 38 e 39). Procure outros exemplos.
INTRODUÇÃO
Jesus não nos prometeu “um mar de rosas” nesta vida. Disse que no mundo teríamos aflições (João 16,33). Mesmo assim, por sua imensa bondade, assegurou-nos bênçãos, alegria, saúde e paz. Quando vêm tristezas e angústias, muitos ficam decepcionados e abandonam a carreira cristã. Mas a Bíblia nos ensina que, quando estamos no centro da vontade de Deus, as tribulações têm efeito positivo.
I. A ESCOLA DA TRIBULAÇÃO
A palavra tribulação significa originalmente aflição, sofrimento, provação moral e adversidade. Também denota contrariedade, amargura e tormento. Entretanto, lições precisas podem ser aprendidas através da tribulação como vemos em Romanos 5,1-5; Salmos 119,67,71 e Isaías 38,17.
1 A lição da paciência. Acerca da tribulação do crente, a Bíblia nos diz que uma vez justificados, “temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo”. Justificação, paz e acesso à graça de Deus são direitos dos salvos em Cristo Jesus.
Apesar de “nos gloriarmos na esperança da glória de Deus”, as Escrituras nos ensinam que também devemos nos glorificar nas tribulações.
Tribulação produz a paciência. Paciência é a virtude que consiste em suportar as dores, incômodos e infortúnios sem queixas e com resignação.
Apesar de a lição da paciência ser muito difícil, precisamos aprendê-la começando com o dever de casa; depois, temos de praticá-la na igreja local; no relacionamento com os irmãos; e até com os nossos desafetos (Rm 12,12b).
2 A lição da experiência (Rm 5,4a). No aperfeiçoamento da vida cristã, a segunda lição que precisamos aprender na escola da tribulação é a experiência. Esta consiste na vivência, na prática dos princípios cristãos, na aquisição de conhecimentos e habilidades necessárias a uma vida vitoriosa e relevante.
Esta lição tem como pré-requisito a anterior: a paciência. Isso porque experiência não se obtém na hora da conversão. A experiência cristã demanda tempo, dias, meses e anos na presença de Deus adorando-o e servindo-o; no convívio da igreja, dando testemunho perante o mundo, sendo “sal da terra” e “luz do mundo” (Mt 5.13-16).
Há crentes que não passam na prova da experiência porque, quando novos convertidos, são induzidos a “queimar etapas” suprimindo lições importantes. Recebem cargos ministeriais e consultam “profetas” sem a devida base bíblica. É preciso praticar a lição da paciência para apreender as lições da experiência. Quem exercita a paciência pode dizer: “Até aqui nos ajudou o Senhor” (1 Sm 7.12); ou como Davi: “Esperei com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor” (Sl 40.1).
3 A lição da esperança (Rm 5.4b). A terceira lição é a da esperança. Esta é a atitude de aguardar algo que se deseja: é sinônimo de confiança e fé. Na vida cristã é a esperança constante de que Deus cumpre suas promessas em nossa vida; de que a vida cristã não é apenas uma filosofia, mas um relacionamento com Deus verdadeiro que vale por sua Palavra para a cumprir (Jr 1.12). É a esperança constante de que o Todo-Poderoso não falha (Is 43.13) e concede o que deseja o nosso coração (Sl 37.5).
a) O crente fiel não se desespera. Nos momentos de angústia, luta, dor e tribulação o crente jamais pode perder a esperança. Ela é um componente essencial da fé. Diz-nos a Palavra de Deus: “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não veem” (Hb 11.1). Sem fé, não há esperança; sem esperança, não há fé. Jó foi um exemplo de como um servo de Deus pode ser vitorioso nas tribulações. O patriarca perdeu em um só dia os filhos e toda sua riqueza; diante dessa tremenda adversidade, lançou-se em terra e adorou (Jó 1.20); depois, por permissão divina, foi atingido por uma doença maligna e, mesmo desprezado pela esposa, não perdeu sua fé; glorificou a Deus.
4 O exame de suficiência.
a) O teste de maturidade cristã. Após passar por três lições, a próxima etapa na escola de Jesus é a avaliação. Todo crente tem de ser avaliado. Veja o que nos diz o apóstolo Paulo: “E a esperança não traz confusão, porque o amor de Deus está derramado em nosso coração pelo Espírito Santo que nos foi dado” (Rm 5.5). A vida do crente fiel, que é bom aluno de Cristo, é livre de confusão. Nela, predominam da parte de Deus a certeza, a clareza e a confiança.
b) Crentes maduros. Há muitos crentes imaturos em nossas Igrejas. Eles ainda não cresceram espiritualmente. Será falta de autêntico ensino? O crente maduro, experimentado e aprovado no teste da tribulação, não desanima facilmente, nem se irrita por qualquer motivo; não se constrange à toa; não vive pensando em deixar sua congregação (Hb 10.25) e, muito menos, a Igreja de Cristo. Caia quem cair, ele permanece firme.
Outro resultado do exame, é o amor de Deus no coração. Este é o teste final. O amor é a marca do crente aprovado por Jesus (Jo 13.34,35).
II. NADA NOS SEPARA DO AMOR DE CRISTO
O selo do verdadeiro cristão não é a denominação à qual pertence, nem o cargo que ocupa, nem seu prestígio, nem o tempo que tem de crente. É o amor de Cristo que faz a diferença (Jo 13.34,35). Este amor no coração é a prova de que o crente, de fato, teve um encontro pessoal com Jesus; e nascido de novo, lavado e remido pelo sangue de Cristo, tem seu nome escrito no Livro da Vida, e espera a vinda de Jesus para hoje. Nesse bem-aventurado contexto, a Bíblia nos diz: “nem tribulação, nem angústia, perseguição, fome, nudez, perigo ou espada”. Pelo contrário, ela afirma que “em todas estas coisas somos mais do que vencedores por aquele que nos amou”.
CONCLUSÃO
As lutas e tribulações fazem parte da vida de modo tão evidente quanto as bênçãos advindas de Deus. Em seu ensino realista, Jesus disse que no mundo teremos aflições, mas que devemos ter bom ânimo, pois Ele venceu o mundo. As tribulações são uma escola de aperfeiçoamento do caráter cristão.
Auxílios suplementares
Fé
Vemos o nome de Josué ligado ao famoso incidente da espionagem da terra, em Números 13 e 14. Moisés selecionou doze espias (um de cada tribo) para fazer o reconhecimento da Terra Prometida como prelúdio da conquista. Caleb e Josué eram os representantes de suas respectivas tribos (13.6,8). Após quarenta dias de inspeção secreta, os batedores voltaram. Todos concordaram que a terra era rica (13.23,24). No entanto, dez dos espias disseram que a terra não podia ser conquistada porque as cidades eram bem fortificadas e algumas das pessoas eram gigantes (vv. 28,29). Caleb e Josué se opuseram dizendo quase literalmente que a vitória seria como um “pedaço de bolo”. No hebraico, Números 14.9 diz literalmente: “...como pão os podemos devorar.”
Israel rejeitou o posicionamento de Josué e Caleb tomando o partido da maioria. Em consequência passou a vaguear no deserto (um ano para cada dia de reconhecimento da terra) até que todos morreram, com exceção de Josué e Calebe
Os homens que Deus utiliza sempre estiveram contra a corrente. A lição foi bastante clara para Josué: a maioria nem sempre está com razão. Precisamos ter isto em mente nestes dias em que a verdade é determinada por consenso em que a justiça é feita por um voto de cinco a quatro; em que o que “todos fazem” torna-se razão universal para o comportamento.
Eles ficaram os mais situados como entre os grandes líderes. Mas a qualidade proeminente da liderança em sua posição solitária é uma grande fé. Eles simplesmente creem. Não havia porque compartilhar do complexo de “gafanhoto” dos outros espias. Grandes líderes espirituais têm uma fé que se eleva acima de seus contemporâneos. A cartilha de suas vidas é “pela fé, pela fé, pela fé...” (Hb 11).
(Discipinas do homem cristão, CPAD, págs. 183 e 184).
QUESTIONÁRIO
1 Conforme a lição, quais são os direitos inerentes aos salvos em Cristo?
Justificação, paz e acesso à graça de Deus.
2 Que significa paciência?
Virtude que consiste em suportar dores, incômodos e infortúnios sem queixas e com resignação.
3 Por que a experiência não se obtém na hora da conversão?
Porque a experiência cristã demanda tempo.
4 Que é esperança?
É a atitude de esperar algo que se deseja mantendo a confiança e a fé.
5 Quais as três lições extraídas da tribulação?
Paciência, experiência e esperança.

