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As qualificações morais do ministério

leitura diária As qualificações morais do ministério


Leitura Diária 1 Timóteo 3

2 Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar;
3 Não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de torpe ganância, mas moderado, não contencioso, não avarento;
4 Que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia
5 (Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus? );
6 Não neófito, para que, ensoberbecendo-se, não caia na condenação do diabo.
7 Convém também que tenha bom testemunho dos que estão de fora, para que não caia em afronta, e no laço do diabo.

Reflexão

Neste post, vamos analisar as qualificações morais do ministério, baseadas na passagem de 1° Timóteo 3.2-7. Essas qualificações são essenciais para quem deseja servir a Deus como líder na igreja, pois refletem o caráter de Cristo e o testemunho diante do mundo.

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O apóstolo Paulo escreveu a Timóteo, seu filho na fé, para orientá-lo sobre como conduzir a igreja de Éfeso, que enfrentava falsos mestres e desordem doutrinária. Entre as instruções, Paulo destaca os requisitos para os bispos (ou presbíteros) e os diáconos, que são os oficiais da igreja.

Segundo Paulo, o bispo deve ser:

– Irrepreensível: sem mácula ou defeito moral, que não dê motivo para acusação ou escândalo.
– Marido de uma só mulher: fiel e exclusivo no relacionamento conjugal, sem se envolver em adultério ou poligamia.
– Sóbrio: equilibrado, moderado, prudente, que não se deixe levar por paixões ou impulsos.
– Modesto: discreto, simples, humilde, que não seja arrogante ou ostentoso.
– Hospitaleiro: generoso, acolhedor, que abra sua casa e seu coração para os irmãos e os necessitados.
– Apto para ensinar: capaz, preparado, diligente na exposição da Palavra de Deus, com sabedoria e fidelidade.
– Não dado ao vinho: que não seja escravo do álcool ou de qualquer outra substância que altere seu juízo ou seu comportamento.
– Não violento: que não seja agressivo, irascível, briguento, que saiba controlar sua ira e resolver os conflitos pacificamente.
– Cordato: amável, gentil, pacífico, que trate as pessoas com respeito e cortesia.
– Não avarento: que não seja ganancioso, cobiçoso, apegado ao dinheiro ou aos bens materiais, que seja generoso e desprendido.
– Que governe bem a sua própria casa: que seja um bom líder e exemplo para sua família, que tenha seus filhos sujeitos a ele com todo o respeito.
– Não neófito: que não seja um recém-convertido, inexperiente, imaturo na fé, que tenha tempo suficiente de caminhada cristã e de provação de seu caráter.
– Que tenha bom testemunho dos de fora: que seja respeitado e honrado pelos não crentes, que não comprometa o nome de Cristo ou da igreja com sua conduta.

Essas qualificações morais do ministério não são opcionais nem negociáveis. Elas são o padrão de Deus para aqueles que querem servir na sua obra. Elas também não são exclusivas dos bispos ou dos diáconos. Elas devem ser buscadas por todos os cristãos que querem agradar a Deus e crescer na santidade.

Que Deus nos ajude a examinar nossas vidas à luz da sua Palavra e a nos conformar à imagem do seu Filho. E que Ele levante homens fiéis e idôneos para o ministério da sua igreja. Amém.

  • Autores do blog: Ivaldo Fernandes
  • Título: As qualificações morais do ministério
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