Numa quinta-feira ensolarada, no sertão do meu Nordeste, O sol desperta radiante, pintando o céu de um cortejo celeste. É dia de feira, de prosa e de cantoria, Onde o povo se reúne, numa festa de alegria.
Nas vielas da cidade, o mercado ganha vida, Com suas cores vibrantes, uma cena colorida. O agricultor traz seu milho, sua mandioca e feijão, Enquanto o vaqueiro mostra seu gado, com orgulho no coração.
No coreto da praça, os repentistas se reunem, Com versos bem afiados, que a alma nos iluminem. Cantam histórias do sertão, de amor e de peleja, E a plateia se encanta, com a rima que festeja.
Na venda do seu Zé, o papo rola solto, Entre um gole de cachaça e um conto de assombro. Os velhos contam causos, das lendas do lugar, Enquanto as crianças escutam, sem pestanejar.
Nas margens do riacho, o lavrador descansa, Após um dia de trabalho, colhendo a esperança. A terra é sua companheira, sua mãe e seu lar, E na quinta-feira ele sabe, que tem muito a semear.
Nas ruas poeirentas, as mulheres se encontram, Com suas saias rodadas, que o vento balançam. Trocam segredos e risos, entre encontros e despedidas, E celebram a vida, nas pequenas alegrias compartilhadas.
E lá no alto da serra, o sol se despede lentamente, Pintando o horizonte, com cores de um presente. É hora de voltar pra casa, de agradecer e descansar, Pois amanhã é outro dia, pra continuar a sonhar.
Assim é a quinta-feira, no meu pedaço de chão, Um dia de trabalho, de fé e de união. Que seja sempre assim, em cada semana que se inicia, Uma quinta-feira abençoada, cheia de luz e alegria.
O sol desperta radiante, pintando o céu de um cortejo celeste.
É dia de feira, de prosa e de cantoria,
Onde o povo se reúne, numa festa de alegria.
Nas vielas da cidade, o mercado ganha vida,
Com suas cores vibrantes, uma cena colorida.
O agricultor traz seu milho, sua mandioca e feijão,
Enquanto o vaqueiro mostra seu gado, com orgulho no coração.
No coreto da praça, os repentistas se reunem,
Com versos bem afiados, que a alma nos iluminem.
Cantam histórias do sertão, de amor e de peleja,
E a plateia se encanta, com a rima que festeja.
Na venda do seu Zé, o papo rola solto,
Entre um gole de cachaça e um conto de assombro.
Os velhos contam causos, das lendas do lugar,
Enquanto as crianças escutam, sem pestanejar.
Nas margens do riacho, o lavrador descansa,
Após um dia de trabalho, colhendo a esperança.
A terra é sua companheira, sua mãe e seu lar,
E na quinta-feira ele sabe, que tem muito a semear.
Nas ruas poeirentas, as mulheres se encontram,
Com suas saias rodadas, que o vento balançam.
Trocam segredos e risos, entre encontros e despedidas,
E celebram a vida, nas pequenas alegrias compartilhadas.
E lá no alto da serra, o sol se despede lentamente,
Pintando o horizonte, com cores de um presente.
É hora de voltar pra casa, de agradecer e descansar,
Pois amanhã é outro dia, pra continuar a sonhar.
Assim é a quinta-feira, no meu pedaço de chão,
Um dia de trabalho, de fé e de união.
Que seja sempre assim, em cada semana que se inicia,
Uma quinta-feira abençoada, cheia de luz e alegria.
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