A Copa do mundo em 1970

 

cordel-da-Copa-do-mundo-em-1970 tricampeão do mundo
por: Ivaldo Fernandes

A taça da Copa do Mundo,
Foi o sonho a se buscar,
No México, o Brasil brilha,
Com garra vai conquistar,
Em setenta, fez história,
E o mundo veio a aclamar.


Pelé, o rei dos gramados,
Sua força inigualável,
Rivelino, Tostão juntos,
Deixam o jogo notável,
Com passes tão precisos,
O futebol admirável.


O técnico Zagallo então,
Comandou essa nação,
Com tática inteligente,
Guiou-nos com precisão,
Cada passo, cada toque,
Fez-se arte e emoção.


Gerson era o pensador,
Com visão extraordinária,
Distribuindo com classe,
Sua bola imaginária,
Com ele, o meio-campo,
Virava festa diária.


Em campo, Jairzinho foi,
Um verdadeiro furacão,
Com gols em todas partidas,
Conquistou o coração,
Do povo que, em delírio,
Viu o Brasil ser campeão.


Carlos Alberto, o capitão,
Com liderança e coragem,
Levantou a taça em glória,
Após heróica passagem,
Seu gol na grande final,
Ficou pra sempre na imagem.


Os adversários temiam,
A força dessa seleção,
Inglaterra, Uruguai,
Senti de perto a pressão,
Mas ninguém foi capaz de,
Quebrar a nossa união.


Nas ruas do Brasil todo,
O povo vinha a cantar,
Com bandeiras nas janelas,
Era um mar a balançar,
A vitória dos canarinhos,
Fez a nação se alegrar.


Do tricampeonato veio,
O orgulho nacional,
E a taça Jules Rimet,
Virou símbolo imortal,
Desse Brasil grandioso,
Que venceu de modo igual.


O estilo encantador,
Técnico e envolvente,
Com dribles e poesia,
Tocou todo continente,
Transformou o futebol,
Num espetáculo diferente.


A final com a Itália,
Foi um show sem precedente,
Quatro a um no placar,
Fez história novamente,
O Brasil no futebol,
Mostrou ser o mais potente.


Aquele onze em campo,
Foi coroado de vez,
Em lendas virou-se mito,
Marcou a sua altivez,
O verde e amarelo brilha,
Desde os anos sessenta e três.


O país comemorou,
Em praças, ruas, salões,
O choro de emoção pura,
Ecoava pelos rincões,
Pois a taça Jules Rimet,
Fazia sonhar corações.


Hoje a memória vive,
Aquele time dourado,
Que com garra e com magia,
Fez o país tão honrado,
No México brilhou forte,
O Brasil eternizado.


Dos pés dos nossos heróis,
Fez-se festa verdadeira,
O mundo nos reconhece,
Como a nação pioneira,
Que transformou futebol,
Em arte tão brasileira.


E assim o Brasil sagrou,
Com Pelé, nosso rei maior,
O tricampeonato veio,
Para encher-nos de vigor,
E no campo, a nossa história,
Escrita com tanto amor.


Foram dias de esperança,
De luta, sonho e vitória,
A seleção canarinho,
Gravou pra sempre a história,
Na Copa de setenta,
Nascendo a eterna glória.

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