Em noventa e oito, então, Lá na França o Brasil foi, Com o sonho do penta vivo, A seleção se animou, Com Zagallo no comando, O povo se emocionou.
Ronaldo era a estrela, O "Fenômeno" a brilhar, Com dribles e com raça, Fazia o gol chegar, Era jovem, era forte, Tinha o mundo a conquistar.
Cafu era o capitão, Com sua grande liderança, E ao lado dele estavam, Craques cheios de esperança, A equipe era completa, Todos cheios de confiança.
A primeira fase então, Foi o começo da história, Vencemos a Escócia e o Marrocos, Com certa tranquilidade, Mas a Noruega chegou, E tirou nossa invencibilidade.
Nas oitavas, com o Chile, Foi um baile de jogar, O Brasil goleou forte, Sem deixar a desejar, César Sampaio e Ronaldo, Fizeram a rede balançar.
Nas quartas, a Dinamarca, Fez um jogo complicado, Com gols de Laudrup e Muller, Nos deixaram preocupados, Mas Rivaldo, inspirado, Fez o time ficar animado.
Rivaldo fez dois gols, E o Brasil foi avançando, O caminho até a final, O povo estava sonhando, Com Romário fora do time, Ronaldo seguia brilhando.
Na semifinal então, Veio a Holanda guerreira, Era um duelo difícil, Que se viu na quarta-feira, Ronaldo fez o primeiro, E Kluivert deu sua rasteira.
Nos pênaltis, a tensão, Fez a todos arrepiar, Mas Taffarel foi gigante, Fez a rede segurar, E o Brasil, com grande honra, Foi para a final jogar.
A França nos esperava, Com Zidane a brilhar, Era o time da casa, Querendo nos derrubar, Mas o Brasil seguia firme, Com o sonho de ganhar.
Porém antes do duelo, Algo estranho aconteceu, Ronaldo, a nossa estrela, De repente se abateu, Uma convulsão na véspera, O fenômeno sofreu.
Mesmo assim, ele jogou, Mas não estava inteiro, A França aproveitou, E fez o seu paradeiro, Zidane fez dois de cabeça, Num lance muito ligeiro.
O Brasil, desorganizado, Não soube reagir, E Petit, no fim do jogo, Veio pra nos punir, Três a zero para a França, E o sonho foi se partir.
Foi um golpe doloroso, Para toda a nação, A taça que parecia certa, Escapou da nossa mão, E o Brasil voltou pra casa, Com tristeza no coração.
Zagallo foi criticado, Pela escolha que tomou, Colocar Ronaldo em campo, Mesmo doente ele jogou, Mas a verdade do que houve, Até hoje se ocultou.
Rivaldo foi destaque, Com seu futebol bonito, Mas a final nos deixou, Num lamento infinito, O tetra foi celebrado, Mas o penta, só em mito.
Taffarel, o nosso herói, Fez defesas importantes, Mas contra a França inteira, As chances foram distantes, E o Brasil sucumbiu, Perante os franceses vibrantes.
A Copa de noventa e oito, Foi marcada pela dor, A perda na grande final, Deixou em nós o sabor, De que o penta escapou, Com Zidane em esplendor.
Porém, o futebol é assim, Cheio de altos e baixos, O Brasil que sempre brilha, Sabe lidar com seus fardos, E aquela derrota amarga, Foi o começo de novos passos.
A seleção voltou pra casa, Com a cabeça erguida, Embora a taça não veio, A luta foi aguerrida, E Ronaldo, mesmo abalado, Continuou sua corrida.
No futuro ele voltaria, Mais forte e mais potente, E o Brasil se preparava, Pra uma nova fase crescente, Pois em dois mil e dois, Seria o nosso renascimento.
O Brasil de noventa e oito, Ficou na nossa memória, Por ser um time de raça, Com talento e muita história, Mesmo sem a grande taça, Fez parte da nossa glória.
O povo celebrou o caminho, Até a grande final, Mas a França foi mais forte, E levou o título real, O Brasil, apesar de tudo, Manteve seu pedestal.
Pois no futebol, sabemos, Que uma derrota é lição, Para a próxima vitória, Que virá com a emoção, E o Brasil, com sua força, Vai seguir nessa missão.
E assim o povo espera, Com amor no coração, Que o Brasil, em cada Copa, Faça sua consagração, Porque aqui, nesse país, O futebol é religião.
Noventa e oito passou, Com Zidane no topo, Mas o Brasil sempre volta, Com seu talento a corpo, E o penta, que não veio, Ficou só num adianto.
Ronaldo foi herói, Mesmo em seu pior momento, E o Brasil, que é gigante, Soube seguir o vento, Pra mais tarde, novamente, Celebrar o seu talento.
Foi assim que a história, Na França se escreveu, O Brasil lutou com honra, Mas o título não venceu, Porém o futebol brasileiro, Jamais desapareceu.
E com o tempo, o que ficou, Foi o aprendizado real, Que o Brasil segue forte, Em qualquer competição mundial, Porque o brilho dessa camisa, É sempre fenomenal.
Em noventa e oito, então,
Lá na França o Brasil foi,
Com o sonho do penta vivo,
A seleção se animou,
Com Zagallo no comando,
O povo se emocionou.
Ronaldo era a estrela,
O "Fenômeno" a brilhar,
Com dribles e com raça,
Fazia o gol chegar,
Era jovem, era forte,
Tinha o mundo a conquistar.
Cafu era o capitão,
Com sua grande liderança,
E ao lado dele estavam,
Craques cheios de esperança,
A equipe era completa,
Todos cheios de confiança.
A primeira fase então,
Foi o começo da história,
Vencemos a Escócia e o Marrocos,
Com certa tranquilidade,
Mas a Noruega chegou,
E tirou nossa invencibilidade.
Nas oitavas, com o Chile,
Foi um baile de jogar,
O Brasil goleou forte,
Sem deixar a desejar,
César Sampaio e Ronaldo,
Fizeram a rede balançar.
Nas quartas, a Dinamarca,
Fez um jogo complicado,
Com gols de Laudrup e Muller,
Nos deixaram preocupados,
Mas Rivaldo, inspirado,
Fez o time ficar animado.
Rivaldo fez dois gols,
E o Brasil foi avançando,
O caminho até a final,
O povo estava sonhando,
Com Romário fora do time,
Ronaldo seguia brilhando.
Na semifinal então,
Veio a Holanda guerreira,
Era um duelo difícil,
Que se viu na quarta-feira,
Ronaldo fez o primeiro,
E Kluivert deu sua rasteira.
Nos pênaltis, a tensão,
Fez a todos arrepiar,
Mas Taffarel foi gigante,
Fez a rede segurar,
E o Brasil, com grande honra,
Foi para a final jogar.
A França nos esperava,
Com Zidane a brilhar,
Era o time da casa,
Querendo nos derrubar,
Mas o Brasil seguia firme,
Com o sonho de ganhar.
Porém antes do duelo,
Algo estranho aconteceu,
Ronaldo, a nossa estrela,
De repente se abateu,
Uma convulsão na véspera,
O fenômeno sofreu.
Mesmo assim, ele jogou,
Mas não estava inteiro,
A França aproveitou,
E fez o seu paradeiro,
Zidane fez dois de cabeça,
Num lance muito ligeiro.
O Brasil, desorganizado,
Não soube reagir,
E Petit, no fim do jogo,
Veio pra nos punir,
Três a zero para a França,
E o sonho foi se partir.
Foi um golpe doloroso,
Para toda a nação,
A taça que parecia certa,
Escapou da nossa mão,
E o Brasil voltou pra casa,
Com tristeza no coração.
Zagallo foi criticado,
Pela escolha que tomou,
Colocar Ronaldo em campo,
Mesmo doente ele jogou,
Mas a verdade do que houve,
Até hoje se ocultou.
Rivaldo foi destaque,
Com seu futebol bonito,
Mas a final nos deixou,
Num lamento infinito,
O tetra foi celebrado,
Mas o penta, só em mito.
Taffarel, o nosso herói,
Fez defesas importantes,
Mas contra a França inteira,
As chances foram distantes,
E o Brasil sucumbiu,
Perante os franceses vibrantes.
A Copa de noventa e oito,
Foi marcada pela dor,
A perda na grande final,
Deixou em nós o sabor,
De que o penta escapou,
Com Zidane em esplendor.
Porém, o futebol é assim,
Cheio de altos e baixos,
O Brasil que sempre brilha,
Sabe lidar com seus fardos,
E aquela derrota amarga,
Foi o começo de novos passos.
A seleção voltou pra casa,
Com a cabeça erguida,
Embora a taça não veio,
A luta foi aguerrida,
E Ronaldo, mesmo abalado,
Continuou sua corrida.
No futuro ele voltaria,
Mais forte e mais potente,
E o Brasil se preparava,
Pra uma nova fase crescente,
Pois em dois mil e dois,
Seria o nosso renascimento.
O Brasil de noventa e oito,
Ficou na nossa memória,
Por ser um time de raça,
Com talento e muita história,
Mesmo sem a grande taça,
Fez parte da nossa glória.
O povo celebrou o caminho,
Até a grande final,
Mas a França foi mais forte,
E levou o título real,
O Brasil, apesar de tudo,
Manteve seu pedestal.
Pois no futebol, sabemos,
Que uma derrota é lição,
Para a próxima vitória,
Que virá com a emoção,
E o Brasil, com sua força,
Vai seguir nessa missão.
E assim o povo espera,
Com amor no coração,
Que o Brasil, em cada Copa,
Faça sua consagração,
Porque aqui, nesse país,
O futebol é religião.
Noventa e oito passou,
Com Zidane no topo,
Mas o Brasil sempre volta,
Com seu talento a corpo,
E o penta, que não veio,
Ficou só num adianto.
Ronaldo foi herói,
Mesmo em seu pior momento,
E o Brasil, que é gigante,
Soube seguir o vento,
Pra mais tarde, novamente,
Celebrar o seu talento.
Foi assim que a história,
Na França se escreveu,
O Brasil lutou com honra,
Mas o título não venceu,
Porém o futebol brasileiro,
Jamais desapareceu.
E com o tempo, o que ficou,
Foi o aprendizado real,
Que o Brasil segue forte,
Em qualquer competição mundial,
Porque o brilho dessa camisa,
É sempre fenomenal.
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