4: Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor;
5: E nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade,
A eleição segundo o plano eterno de Deus
O apóstolo Paulo declara em Efésios 1.4 que Deus “nos escolheu nele antes da fundação do mundo”. Essa afirmação revela que a salvação não é fruto do acaso nem resultado exclusivo do esforço humano, mas parte de um plano eterno, soberano e amoroso de Deus. Antes mesmo de existir o tempo, Deus já havia determinado, em Cristo, um povo para si. Essa escolha não se baseia em méritos humanos, pois o homem ainda nem havia sido criado, mas na graça divina que se manifesta plenamente em Jesus.
A centralidade de Cristo na escolha divina
A expressão “em Cristo” é fundamental nesse texto. Deus não escolheu pessoas isoladamente, mas escolheu salvar aqueles que estariam unidos a Cristo. Jesus é o centro da eleição, o mediador do plano da redenção. Fora dEle não há eleição, nem salvação. Isso reforça a doutrina bíblica de que Cristo é o único caminho pelo qual o homem pode se reconciliar com Deus. Toda bênção espiritual, inclusive a eleição, está ligada à pessoa e à obra de Jesus.
Chamados para a santidade
Paulo afirma que Deus nos escolheu “para sermos santos e irrepreensíveis perante ele”. A eleição não é apenas um privilégio, mas também um chamado. Deus não nos escolheu para vivermos de qualquer maneira, mas para uma vida transformada, separada do pecado e dedicada à sua vontade. A santidade não é a causa da eleição, mas o seu propósito. O cristão eleito é chamado a refletir, em sua conduta diária, o caráter santo de Deus.
A adoção como expressão do amor divino
Em Efésios 1.5, Paulo ensina que Deus nos predestinou para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo. A adoção mostra o aspecto relacional da salvação. Não somos apenas perdoados, mas recebidos na família de Deus. Essa adoção acontece “segundo o beneplácito da sua vontade”, ou seja, conforme o prazer e o amor de Deus. O Pai nos escolhe, o Filho nos redime e o Espírito Santo aplica essa salvação aos nossos corações.
Conclusão: graça que gera gratidão
Efésios 1.4–5 nos conduz à adoração e à gratidão. Saber que fomos escolhidos em Cristo, por amor e graça, nos leva à humildade, à segurança da salvação e ao compromisso com uma vida santa. A eleição bíblica não produz orgulho, mas louvor a Deus, que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.
Efésios 1.
A eleição segundo o plano eterno de Deus
O apóstolo Paulo declara em Efésios 1.4 que Deus “nos escolheu nele antes da fundação do mundo”. Essa afirmação revela que a salvação não é fruto do acaso nem resultado exclusivo do esforço humano, mas parte de um plano eterno, soberano e amoroso de Deus. Antes mesmo de existir o tempo, Deus já havia determinado, em Cristo, um povo para si. Essa escolha não se baseia em méritos humanos, pois o homem ainda nem havia sido criado, mas na graça divina que se manifesta plenamente em Jesus.
A centralidade de Cristo na escolha divina
A expressão “em Cristo” é fundamental nesse texto. Deus não escolheu pessoas isoladamente, mas escolheu salvar aqueles que estariam unidos a Cristo. Jesus é o centro da eleição, o mediador do plano da redenção. Fora dEle não há eleição, nem salvação. Isso reforça a doutrina bíblica de que Cristo é o único caminho pelo qual o homem pode se reconciliar com Deus. Toda bênção espiritual, inclusive a eleição, está ligada à pessoa e à obra de Jesus.
Chamados para a santidade
Paulo afirma que Deus nos escolheu “para sermos santos e irrepreensíveis perante ele”. A eleição não é apenas um privilégio, mas também um chamado. Deus não nos escolheu para vivermos de qualquer maneira, mas para uma vida transformada, separada do pecado e dedicada à sua vontade. A santidade não é a causa da eleição, mas o seu propósito. O cristão eleito é chamado a refletir, em sua conduta diária, o caráter santo de Deus.
A adoção como expressão do amor divino
Em Efésios 1.5, Paulo ensina que Deus nos predestinou para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo. A adoção mostra o aspecto relacional da salvação. Não somos apenas perdoados, mas recebidos na família de Deus. Essa adoção acontece “segundo o beneplácito da sua vontade”, ou seja, conforme o prazer e o amor de Deus. O Pai nos escolhe, o Filho nos redime e o Espírito Santo aplica essa salvação aos nossos corações.
Conclusão: graça que gera gratidão
Efésios 1.4–5 nos conduz à adoração e à gratidão. Saber que fomos escolhidos em Cristo, por amor e graça, nos leva à humildade, à segurança da salvação e ao compromisso com uma vida santa. A eleição bíblica não produz orgulho, mas louvor a Deus, que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.
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