TEMA: E agora, como viveremos?
SUBTÍTULO: A resposta cristã para tempos de crise e calamidade moral
AUTOR: Geremias do Couto
Os últimos dias têm sido caracterizados por uma intensificação das crises espirituais, morais e sociais. A Igreja precisa reconhecer a urgência de seu papel na sociedade e ser proativa na busca por soluções, sem se deixar contaminar pelas influências negativas ao seu redor.
A crescente secularização tem conduzido o mundo a afastar-se dos princípios divinos, levando-o a uma decadência moral e espiritual. A Igreja deve ser uma luz nesse cenário sombrio, transmitindo os valores bíblicos e o amor de Deus.
O movimento pós-moderno tem rejeitado conceitos absolutos de verdade e moralidade, abrindo espaço para ideologias e comportamentos que confrontam os ensinamentos bíblicos. A Igreja precisa discernir os desafios e influências malignas presentes nesse contexto.
4 - A divinização do homem ante a soberania de Deus
A cultura atual tende a exaltar a autonomia e o poder do homem, relegando a Deus a um segundo plano. A Igreja deve reafirmar a soberania divina, lembrando às pessoas que a dependência de Deus é essencial para uma vida equilibrada e significativa.
O relativismo moral tem enfraquecido os fundamentos éticos da sociedade, tornando a verdade uma questão subjetiva. A Igreja precisa sustentar a verdade absoluta da Palavra de Deus e oferecer respostas sólidas diante dos dilemas morais enfrentados pela humanidade.
A teologia liberal tem reinterpretado conceitos e doutrinas cristãs à luz das ideias contemporâneas, enfraquecendo a mensagem da cruz e comprometendo a essência do Evangelho. A Igreja deve resgatar a pureza da mensagem cristã e reafirmar seus princípios fundamentais.
Algumas correntes têm distorcido o significado da regeneração espiritual, promovendo uma ideia superficial de conversão. A Igreja deve ensinar sobre o novo nascimento genuíno e incentivar uma vida de transformação pessoal e espiritual.
A Igreja tem um papel fundamental em defender a sacralidade da vida, desde a concepção até o fim natural. Diante do crescente apoio ao aborto e à eutanásia, a Igreja deve proclamar a importância do respeito à vida e oferecer apoio aos vulneráveis.
A cultura contemporânea tem promovido uma mentalidade de permissividade em relação ao pecado e às práticas imorais. A Igreja deve ser uma voz firme em favor da santidade e da busca pela retidão.
O materialismo e o ateísmo têm influenciado a visão de mundo de muitas pessoas, afastando-as da espiritualidade e da fé em Deus. A Igreja precisa apresentar argumentos sólidos para a existência de Deus e mostrar como a vida com Ele tem significado e propósito.
Infelizmente, a secularização também tem atingido algumas igrejas, levando-as a abandonar princípios bíblicos em busca de relevância cultural. A Igreja deve permanecer fiel à Palavra de Deus, rejeitando a mundanidade e buscando uma espiritualidade autêntica.
A Bíblia contém diversas profecias sobre os eventos dos últimos dias, incluindo sinais que antecederão a volta de Cristo. A Igreja precisa estudar e compreender essas profecias para se preparar adequadamente e para compartilhar a mensagem com o mundo.
Para escapar dos males ideológicos dos últimos dias, é necessário um relacionamento íntimo com Deus, um estudo constante das Escrituras e uma vida pautada nos princípios bíblicos. A oração, a comunhão com outros cristãos e o compromisso com a verdade são fundamentais para resistir às influências negativas e permanecer firme na fé.