Celebrando de maneira festiva


Leitura Diária 1 Coríntios 5
7 Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.
8 Por isso façamos a festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os ázimos da sinceridade e da verdade.
Reflexão
O apóstolo Paulo nos exorta a celebrar a Páscoa cristã com alegria e sinceridade, livrando-nos do fermento da malícia e da maldade, e alimentando-nos do pão ázimo da pureza e da verdade. Ele usa a imagem da festa judaica da Páscoa, na qual se comia pão sem fermento por sete dias, para nos ensinar que devemos viver uma nova vida em Cristo, o nosso Cordeiro pascal, que foi imolado por nós na cruz.

👉Siga o canal "Leitura Diária da EBD" no WhatsApp: CLIC AQUI

A Páscoa é a celebração da libertação do povo de Deus da escravidão do Egito, mas também é um símbolo da libertação que Cristo nos concede do pecado e da morte. O fermento representa o pecado que contamina e corrompe toda a massa, e por isso deve ser eliminado. O pão ázimo representa a santidade que devemos buscar como filhos de Deus, que fomos redimidos pelo sangue precioso de Cristo.

Portanto, celebrar a Páscoa cristã não é apenas lembrar o que Cristo fez por nós, mas também renovar o nosso compromisso de segui-lo e imitá-lo em tudo. É uma ocasião para examinarmos a nossa vida à luz da Palavra de Deus, e confessarmos os nossos pecados, pedindo perdão e graça para mudarmos. É também uma oportunidade para expressarmos a nossa gratidão e louvor a Deus por sua grande salvação, e para compartilharmos o seu amor com os nossos irmãos e com os que ainda não o conhecem.

Que possamos celebrar a Páscoa cristã de maneira festiva, mas também de maneira séria e responsável, sabendo que fomos chamados para sermos uma nova criação em Cristo, uma oferta de aroma agradável a Deus.

Veja tipos de ervas amargas

Na tradição judaica, durante a celebração da Páscoa (ou Pesach), é comum consumir ervas amargas, conhecidas como "Maror", como parte do Seder, uma refeição cerimonial que marca o início da festa. As ervas amargas simbolizam a amargura e a dificuldade da escravidão dos filhos de Israel no Egito.

Dentre as ervas amargas tradicionalmente utilizadas, algumas das mais comuns incluem:

Endro amargo (Chazeret): O endro amargo é frequentemente usado como uma das ervas amargas. Pode ser consumido cru, em conserva ou cozido.

Alface amarga (Romaine): Algumas comunidades judaicas usam alface amarga, como Romaine, como uma das ervas amargas.

Raiz de rábano forte (Chrein): Às vezes, a raiz de rábano forte é servida como outra opção de Maror, que pode ser ralada e misturada com vinagre.

Estas ervas amargas são consumidas com matzá (pão ázimo) e mergulhadas no "Charoset", uma mistura doce que simboliza a argamassa usada pelos escravos hebreus na construção no Egito. O consumo desses elementos durante o Seder tem significados simbólicos específicos que lembram a libertação dos filhos de Israel da escravidão no Egito.
Capa da Revista Lições Bíblicas Adultos 2º Trimestre de 2026 CPAD
Capa da Revista Lições Bíblicas Jovens 2º Trimestre de 2026 CPAD
revistas da CPAD da Escola Bíblica Dominical (EBD) Varias capas de revistas antigas da cpad